Henrique Borralho -
jh_depaula@yahoo.com.br
SÃO LUÍS DO MARANHÃO –
Na edição anterior suscitei as correlações que darão início ao reset
econômico global, ou, a redefinição da moeda fiduciária que permeia e
controla o mundo a partir do decreto FIAT, não me refiro à empresa
automobilística, e sim, a instituição dos bancos privados que estabeleceram suas
relações a partir de ordenações, tais como as que determinam que uma dívida ou
a emissão de um papel moeda passam a ter a correlação de um valor, sem
necessariamente estar alicerçado em um lastro, como, por exemplo: grama de ouro
ou mesmo litros de petróleo. Exatamente!
Para além do problema do capital volátil (tema de próximos artigos), o mundo hoje está assentado em uma ordem financeira que foi estabelecida por decretos de grupos que definiram os jogos do mercado, regularam seus princípios e constituíram dividas simplesmente impagáveis. Basta ver os dados do FMI para o ano de 2017: o somatório de todos os PIB’s de todos os países da terra foi de US$ 75 trilhões de dólares, já o montante das dívidas com o FMI é de US$ 90 trilhões.
Para além do problema do capital volátil (tema de próximos artigos), o mundo hoje está assentado em uma ordem financeira que foi estabelecida por decretos de grupos que definiram os jogos do mercado, regularam seus princípios e constituíram dividas simplesmente impagáveis. Basta ver os dados do FMI para o ano de 2017: o somatório de todos os PIB’s de todos os países da terra foi de US$ 75 trilhões de dólares, já o montante das dívidas com o FMI é de US$ 90 trilhões.
Como tudo isso começou?
Há
uma relação direta entre a criação do Grupo Bilderberg e o crash de Nova York em 1929. O grupo Bilderberg é responsável direto
pela criação do FED (Federal Reserve Bank) e, ao contrário dos outros países, é
uma instituição privada, oriunda da associação dos 06 maiores banqueiros
internacionais: Paul Wauburg (Rotschild
Banker); Benjamin Strong (Morgan Trust); Abraham Piatt /Andrew (U.S. Treasury);
Frank Vanderlip (Citybank); Charles Norton (First National Bank); Nelson
Aldrich (Senator); J. P Morgan (Tyycon).
O
grupo Bilderberg foi instituído, dentre outras coisas, para definir as metas
bancárias dos E.U.A, e, consequentemente, do restante do mundo. Eles estão
diretamente envolvidos nas eleições dos presidentes dos E.U.A e sua pressão
indireta é responsável pelo grande Crash
de 1929, ou a cognominada crise de superprodução e a ordenação FIAT. Os
integrantes do grupo Bilderberg tiveram participação direta nos grandes
conflitos mundiais ao longo do século XX, I e II Guerras. No caso da I Guerra,
foram eles que emprestaram US$ 2 bilhões para Lênin e Stálin iniciarem a
revolução russa com o propósito de retirada deste país do conflito, garantindo
a extensão da guerra por mais dois anos, 1917 e 1918, como de fato ocorreu
(ademais, a Rússia era controlada pelos Czarianos, adversários dos
Illuminati), além do crash de 1929, quando o FED ordenou
a retirada de depósitos bancários aumentando a crise.
Após
a retirada dos depósitos bancários e pelas consequências da grande crise, os
bancos estadunidenses, que antes tinham o caráter regional e não recolhiam
depósitos ao Federal Reserve, criado em 1913, a partir de então passaram a
fazê-lo. A crise de superprodução ocorreu porque findo o I Grande conflito, as
indústrias dos países europeus paulatinamente recuperam sua capacidade
produtiva e diminuíram a demanda da produção estadunidense. Resultado: com o
passar dos anos as empresas estadunidense faturaram alto no mercado de ações da
bolsa de valores e com a diminuição drástica de pedidos ocorreu a debacle de
1929.
No próximo artigo
irei explorar as relações diretas entre a Grande depressão de 1929 e a farsa do
atentado às duas torres gêmeas do World Trade Center, em 11 de setembro de 2001.


