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sexta-feira, 8 de junho de 2018

TEMOS RAZÕES PARA SERMOS OTIMISTAS, SOBRETUDO EM QUESTÃO DE MUDANÇA E DO PARADIGMA FINANCEIRO ?



Henrique Borralho - jh_depaula@yahoo.com.br

SÃO LUÍS DO MARANHÃO – Na edição anterior suscitei as correlações que darão início ao reset econômico global, ou, a redefinição da moeda fiduciária que permeia e controla o mundo a partir do decreto FIAT, não me refiro à empresa automobilística, e sim, a instituição dos bancos privados que estabeleceram suas relações a partir de ordenações, tais como as que determinam que uma dívida ou a emissão de um papel moeda passam a ter a correlação de um valor, sem necessariamente estar alicerçado em um lastro, como, por exemplo: grama de ouro ou mesmo litros de petróleo. Exatamente! 


Para além do problema do capital volátil (tema de próximos artigos), o mundo hoje está assentado em uma ordem financeira que foi estabelecida por decretos de grupos que definiram os jogos do mercado, regularam seus princípios e constituíram dividas simplesmente impagáveis. Basta ver os dados do FMI para o ano de 2017: o somatório de todos os PIB’s de todos os países da terra foi de US$ 75 trilhões de dólares, já o montante das dívidas com o FMI é de US$ 90 trilhões.


Como tudo isso começou?
            Há uma relação direta entre a criação do Grupo Bilderberg e o crash de Nova York em 1929. O grupo Bilderberg é responsável direto pela criação do FED (Federal Reserve Bank) e, ao contrário dos outros países, é uma instituição privada, oriunda da associação dos 06 maiores banqueiros internacionais: Paul Wauburg (Rotschild Banker); Benjamin Strong (Morgan Trust); Abraham Piatt /Andrew (U.S. Treasury); Frank Vanderlip (Citybank); Charles Norton (First National Bank); Nelson Aldrich (Senator); J. P Morgan (Tyycon).
            O grupo Bilderberg foi instituído, dentre outras coisas, para definir as metas bancárias dos E.U.A, e, consequentemente, do restante do mundo. Eles estão diretamente envolvidos nas eleições dos presidentes dos E.U.A e sua pressão indireta é responsável pelo grande Crash de 1929, ou a cognominada crise de superprodução e a ordenação FIAT. Os integrantes do grupo Bilderberg tiveram participação direta nos grandes conflitos mundiais ao longo do século XX, I e II Guerras. No caso da I Guerra, foram eles que emprestaram US$ 2 bilhões para Lênin e Stálin iniciarem a revolução russa com o propósito de retirada deste país do conflito, garantindo a extensão da guerra por mais dois anos, 1917 e 1918, como de fato ocorreu (ademais, a Rússia era controlada pelos Czarianos, adversários dos Illuminati), além do crash de 1929, quando o FED ordenou a retirada de depósitos bancários aumentando a crise.
            Após a retirada dos depósitos bancários e pelas consequências da grande crise, os bancos estadunidenses, que antes tinham o caráter regional e não recolhiam depósitos ao Federal Reserve, criado em 1913, a partir de então passaram a fazê-lo. A crise de superprodução ocorreu porque findo o I Grande conflito, as indústrias dos países europeus paulatinamente recuperam sua capacidade produtiva e diminuíram a demanda da produção estadunidense. Resultado: com o passar dos anos as empresas estadunidense faturaram alto no mercado de ações da bolsa de valores e com a diminuição drástica de pedidos ocorreu a debacle de 1929.
No próximo artigo irei explorar as relações diretas entre a Grande depressão de 1929 e a farsa do atentado às duas torres gêmeas do World Trade Center, em 11 de setembro de 2001.