O vereador Alex Chaves (PHS), autor do pedido de abertura de Comissão
Parlamentar de inquérito (CPI) sobre o transporte público de Maringá, ocupou a
tribuna hoje (02/08) no início da primeira sessão da Câmara Municipal após o recesso
parlamentar de julho, para dizer que convocará o diretor da TCCC para explicar aos vereadores aquilo que classificou como "blefe da empresa".
A redação de O FATO abordou o vereador após seu relato na Câmara e pediu para que ele justificasse sua frase: Alex Chaves explicou que o diretor da TCCC, Roberto Jacomelli, teria declarado a um jornal no dia 26 de julho, que as panilhas e documentos enviado à prefeitura respondem todos os questionamentos e de estar tranquilo, dando a entender que as contas da TCCC na verdade estão em dia.
O contrário disso se lê no comunicado do dia 11 de julho.
A empresa teria declarado a seus "colaboradores", que a defasagem no preço da passagem estava a causar um rombo econômico de 600 mil reais por mês. O vereador recordou que tal declaração, havia provocado uma reação imediata do prefeito Ulisses Maia. De fato no dia 12 de julho, o prefeito ameaçou dar início ao processo de rescisão do contrato de concessão.
O pedido de CPI que não foi lido na sessão de hoje, está em análise na procuradoria jurídica da Câmara e poderá ser lido e votado pelos vereadores, somente quando e se obtiver parecer positivo. O pedido é assinado por outros 4 vereadores: Sidnei Telles (PSD), Jean Marques (PV), Flávio Mantovani (PPS) e William Gentil (PTB).
Vozes do ambiente falam de dificuldades para se instalar uma CPI deste porte. A operação exige conhecimento técnico especializado e o tempo a disposição para analisar tantos itens é pequeno. A CPI teria que analisar as condições econômicas da empresa concessionária, o procedimento licitatório, incluindo a composição tarifária inicial, por meio do qual foi concedido o serviço de transporte coletivo à empresa concessionária, as cláusulas do contrato firmado entre o município e a empresa concessionária do serviço, a composição do valor tarifário e sua relação ao equilíbrio contratual, considerando os eventuais investimentos da empresa e a existência efetiva de razões para a ruptura do contrato de concessão, tudo em 90 dias, prazo máximo para a conclusão dos trabalhos da comissão.
Alex Chaves disse que espera que o diretor da TCCC compareça terça feira próxima, 07/08, data da próxima sessão da Câmara Municipal de Maringá.
A redação de O FATO abordou o vereador após seu relato na Câmara e pediu para que ele justificasse sua frase: Alex Chaves explicou que o diretor da TCCC, Roberto Jacomelli, teria declarado a um jornal no dia 26 de julho, que as panilhas e documentos enviado à prefeitura respondem todos os questionamentos e de estar tranquilo, dando a entender que as contas da TCCC na verdade estão em dia.
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| FONTE: JORNAL METRO - EDIÇÃO DO DIA 26 DE JULHO |
O contrário disso se lê no comunicado do dia 11 de julho.
A empresa teria declarado a seus "colaboradores", que a defasagem no preço da passagem estava a causar um rombo econômico de 600 mil reais por mês. O vereador recordou que tal declaração, havia provocado uma reação imediata do prefeito Ulisses Maia. De fato no dia 12 de julho, o prefeito ameaçou dar início ao processo de rescisão do contrato de concessão.
O pedido de CPI que não foi lido na sessão de hoje, está em análise na procuradoria jurídica da Câmara e poderá ser lido e votado pelos vereadores, somente quando e se obtiver parecer positivo. O pedido é assinado por outros 4 vereadores: Sidnei Telles (PSD), Jean Marques (PV), Flávio Mantovani (PPS) e William Gentil (PTB).
Vozes do ambiente falam de dificuldades para se instalar uma CPI deste porte. A operação exige conhecimento técnico especializado e o tempo a disposição para analisar tantos itens é pequeno. A CPI teria que analisar as condições econômicas da empresa concessionária, o procedimento licitatório, incluindo a composição tarifária inicial, por meio do qual foi concedido o serviço de transporte coletivo à empresa concessionária, as cláusulas do contrato firmado entre o município e a empresa concessionária do serviço, a composição do valor tarifário e sua relação ao equilíbrio contratual, considerando os eventuais investimentos da empresa e a existência efetiva de razões para a ruptura do contrato de concessão, tudo em 90 dias, prazo máximo para a conclusão dos trabalhos da comissão.
Alex Chaves disse que espera que o diretor da TCCC compareça terça feira próxima, 07/08, data da próxima sessão da Câmara Municipal de Maringá.



