O terceiro Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes Aegypti (Lira), divulgado na manhã desta quarta, 5, pela Secretaria de Saúde, no Serviço Social do Comércio (Sesc), apresentou o Índice Geral de Infestação Predial do Município de Maringá (IIP), com redução para 0,8% (período de pesquisa de 20 a 25 de agosto).
De janeiro a agosto deste ano, foram notificados 889 casos, com apenas 14 deles confirmados.
O levantamento está nos padrões considerados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O máximo seria de 1%. O primeiro índice deste ano foi de 3,6% (de 29 de janeiro a 2 de fevereiro) e o segundo foi 1,1% (23 a 28 de abril). Além da redução do índice geral, o terceiro Lira também elimina áreas de alto risco.
As primeiras áreas consideradas de médio risco são Jardim Olímpico, Montreal, Mandacaru e Mandacaru II, com IIP de 2,4%. Na sequência, Zona 7, Novo Horizonte, VI Bosque, parque da Gavea, conjunto residencial Cidade Alta e parque Tarumã, com IPP de 1,4%. Os principais criadouros do mosquito são o lixo intradomiciliar (primeiro lugar), vaso de planta (segundo lugar), barris e tinas (terceiro lugar). Os lugares com menor risco de infestação são Vila Operária e Zona 8, com IIP de 0,2% e área Central 0%.
“Devemos lembrar que mesmo com números melhores todos nós estamos sujeitos a risco, independente da região que moramos, por isso, nosso papel de combate continua”, ressaltou o secretário de Saúde, Jair Biatto.
O risco climático da dengue por municípios está com baixo risco de infestação, de acordo com a pesquisa realizada de 22 a 28 de julho.
“Se compararmos o primeiro, o segundo e o terceiro Lira deste ano, vamos ver que o primeiro mapa da cidade estava com vários pontos vermelhos de alto risco. O segundo com pontos amarelos de médio risco e, agora, estamos com mais locais verdes, de baixo risco”, comparou Biatto, referindo-se ao índice de infestação predial por estratos. (veja mapas na apresentação em anexo).
Saiba mais
Secretaria de Saúde
(44) 3218 - 3183
As primeiras áreas consideradas de médio risco são Jardim Olímpico, Montreal, Mandacaru e Mandacaru II, com IIP de 2,4%. Na sequência, Zona 7, Novo Horizonte, VI Bosque, parque da Gavea, conjunto residencial Cidade Alta e parque Tarumã, com IPP de 1,4%. Os principais criadouros do mosquito são o lixo intradomiciliar (primeiro lugar), vaso de planta (segundo lugar), barris e tinas (terceiro lugar). Os lugares com menor risco de infestação são Vila Operária e Zona 8, com IIP de 0,2% e área Central 0%.
“Devemos lembrar que mesmo com números melhores todos nós estamos sujeitos a risco, independente da região que moramos, por isso, nosso papel de combate continua”, ressaltou o secretário de Saúde, Jair Biatto.
O risco climático da dengue por municípios está com baixo risco de infestação, de acordo com a pesquisa realizada de 22 a 28 de julho.
“Se compararmos o primeiro, o segundo e o terceiro Lira deste ano, vamos ver que o primeiro mapa da cidade estava com vários pontos vermelhos de alto risco. O segundo com pontos amarelos de médio risco e, agora, estamos com mais locais verdes, de baixo risco”, comparou Biatto, referindo-se ao índice de infestação predial por estratos. (veja mapas na apresentação em anexo).
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