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Sobre identidades” retrata
através da fotografia todo emponderamento e
representatividade negra.
Em revoluções diárias eles
invadem a política e os governos, refazem a história do país, da sua cidade ou
da sua comunidade. Lotam os palcos, passarelas, cinemas, comerciais e também
seus bastidores e produções, valorizando seus traços, vozes e cabelos crespos.
Mesmo em um país onde mais
da metade população é parda ou negra e com essa negritude tão rica e potente;
ainda é possível encontrar preconceito e muitos deles precisam resistir para
valorizar a própria história. 18 “identidades” participaram da exposição: são
universitários, frentista, psicólogo, músico, fotógrafo, enfermeira, atletas,
segurança, ajudante de carga, jornalista e advogado.
"Ser negro é,
diariamente, ter na pele a marca da resistência."
Jefferson Gustavo dos
Santos Campos (Professor Universitário)
“Sermos mulheres e negras
é a nossa essência e não nossa sentença"
Priscila Ohana de Oliveira
(Dançarina)
“Ser negro e entender que
não importam as conquistas, a luta não é só por você, é por aqueles que vieram
e por aqueles que ainda vão chegar. Ser negro é entender que a luta não tem
fim…”
Renata Rafaela de Oliveira
(Advogada)
O projeto da Fotógrafa e
Artista Visual Cary Bertazzoni contou com o apoio da Secretaria Municipal de
Cultura.
fonte: Diretoria de Comunicação PMM



