Servidores da Universidade
Estadual de Maringá (UEM) e membros da comunidade externa poderão se submeter,
gratuitamente, ao teste rápido para HIV/Aids, que será aplicado, amanhã (7), no
Ambulatório Médico e de Enfermagem (AMB), bloco 1, câmpus sede da instituição.
Basta uma picadinha no dedo e em
cerca de 40 minutos o resultado estará pronto. O atendimento ocorrerá das 8 às
12 horas, com a equipe de profissionais do Centro de Testagem e Aconselhamento
(CTA, da Secretaria Municipal de Saúde.
A atividade faz parte do Dia
Mundial de Luta Contra a Aids, comemorado no último sábado (1º). Conforme
enaltece o coordenador do AMB, Sérgio
Ricardo Silva, o diagnóstico feito no início é fundamental para o
tratamento e controle do HIV, proporcionando segurança e qualidade de vida ao
portador do vírus.
O prédio
do Ambulatório fica nas proximidades da Reitoria, perto da agência da Caixa
Econômica Federal. Poderão se submeter ao exame qualquer membro da comunidade
da UEM, seja aluno, professor ou agente universitário, além de interessados da
comunidade em geral. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone
(44) 3011-4266.
Segundo informações do Ministério
da Saúde, hoje é possível viver com o HIV, mas a Aids ainda é uma realidade.
Atualmente, 75% das pessoas vivem com o vírus e conhecem seu estado sorológico.
A meta da Organização das Nações Unidas (ONU) é garantir que até 2020 esse
número chegue a 90%, e, desses, pelo menos 90% dessas pessoas recebam
tratamento e, entre os que recebem tratamento, 90% tornem indectáveis – estado
em que a pessoa não transmite o vírus e consegue manter qualidade de vida sem
manifestar os sintomas da aids.
Ainda
conforme o Ministério, no Brasil 92% das pessoas em tratamento já atingiram
esse estado de estarem indetectáveis. Essa conquista se deve ao fortalecimento
do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle
das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do HIV/Aids e das Hepatites
Virais (DIAHV) para ampliar a oferta do melhor tratamento
disponível para o HIV. Exemplo disso, é que o país incorporou o dolutegravir
como medicamento de primeira linha para tratar os pacientes.
Além
disso, no campo da prevenção, o SUS coloca a disposição da população as
estratégias e tecnologias mais avançadas para a prevenção a infecção pelo
vírus, como a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) e a Profilaxia Pós Exposição (PEP), além de ampliar o acesso ao
diagnóstico precoce e ações específicas para populações-chaves para resposta ao
HIV, como pessoas trans, os gays e homens que fazem sexo com homens,
trabalhadores do sexo, população privada de liberdade e usuários de álcool e
outras substâncias. Na página do DIAHV no Facebook o interessado pode obter
mais informações.



