Tomou posse
na manhã de hoje (19) da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa do
Consumidor de Maringá – PROCON, o advogado João Luiz Regiani.
Regiani, dirigiu o PROCON por 2 anos (2013 e 2014) durante a administração de Carlos Roberto Pupin. De 2016 à 2018, ocupou a Direção de Operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).
O Prefeito
Ulisses Maia disse que está muito feliz com a chegada de Regiani ao Procon.
“A repercussão
da escolha que fizemos foi muito positiva", disse Ulisses, "Eu tenho certeza que se trata de uma
pessoa de muita ética, séria, dedicada e que já teve uma boa experiência no
PROCON. Quero lembrar que ele entra na administração em um momento diferenciado
pois o PROCON assinou um convênio com o Tribunal de Justiça do Paraná para que
os atos do órgão sejam aproveitados no juizado especial", completou o prefeito.
O Prefeito
anunciou que no ano que vem, a prefeitura construirá a sede própria do PROCON
que para isso já existem R$28 milhões disponíveis provenientes do fundo de
arrecadação das multas.
Leia a
entrevista que Regiani concedeu à O FATO MARINGÁ
Ligiane
Ciola – Não é uma missão fácil, o senhor se sente preparado?
João Luiz
Regiani – “O Prefeito Ulisses Maia me
concedeu a oportunidade de retornar ao cargo e reassumo o cargo numa condição
melhor do que aquela que o órgão se encontrava em 2013 e 2014, anos em que
estive na direção do PROCON. A nova dinâmica na gestão de Ulisses fez com que a atuação passasse a ser mais ativa, atuando na fiscalização e não só esperando que o
consumidor apresente reclamações. Me sinto capacitado mas precisarei muito da
ajuda da equipe de trabalho que não é grande mas é competente, e partir daqui, esperamos fazer um trabalho melhor ainda.
Ligiane Ciola: Parcerias com o Judiciário ?
Visitei o Promotor de Justiça Lafayette
Tourinho, que provavelmente assumirá a Promotoria de Defesa do Consumidor e a
Dra. Ana Cláudia Pirajá Bandeira, recém empossada Presidente da OAB de Maringá,
para que juntos possamos trabalhar em parceria e não poderia ser diferente,
pois em muitos casos o PROCON não tem competência jurídica e para atuar
necessita do apoio de outras instituições do Judiciário.”



